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 Canários de Porte em Geral

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MensagemAssunto: Canários de Porte em Geral    Qui 18 Nov 2010, 21:05

Canários de Porte
Os canários de forma e posição são também conhecidos por Canários de Postura e em Portugal, Canários de Porte.
As características principais dos canários destas raças relacionam-se com a configuração do corpo e a posição que assumem no poleiro. O canto, que em algumas raças é bastante apreciado e importante para a sua classificação, nestas quase nunca é referido por não constituir factor necessário ou fundamental.
Os ingleses juntam a palavra Fancy a muitas destas raças a qual, não existindo uma tradução à letra para português, significará "artificial", "fantasia", isto é, obtida através de selecção cuidada. No entanto, nos nossos dias, muitos criadores e estudiosos já não aplicam esta designação.
Os Canários de Forma e Posição dividem-se em dois tipos - Ingleses e Frisados
.


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Arlequim Português

A origem das várias raças de canários é mais ou menos conhecida. Sendo o canário selvagem oriundo das ilhas Canárias, espanholas, Madeira e Açores, portuguesas, é estranho que existam algumas variedades de canários ingleses, espanhóis, franceses, italianos, belgas, suíças, alemãs e mesmo japonesas e americanas, e não tenha surgido, ao longo de séculos, uma raça portuguesa de canários.
Frequentando as feiras de venda de pássaros desde criança, pôde observar como os criadores portugueses se mantinham fieis ao canário rústico, variegado, em que o lipocromo e o melânico se fundem, muito antes de as organizações internacionais estabeleceram a rígida divisão entre melânicos e lipocromos que é, naturalmente, uma divisão artificial, embora lógica e aceitável.
As aves variegadas eram de dois tipos: ou amarelo e verde ou cinza e branco. Nos últimos 15 anos tem observado o aparecimento nessas feiras de aves portadoras de uma mistura do cinza com o laranja, o bronze, o branco, o amarelo, aves de uma grande beleza e estrutura de corpo, viveza de expressão e alegria de canto, além de uma rusticidade elevada.
Decidiu, por isso, cultivar este tipo de canários. O exame cuidadoso permitiu-lhe observar a existência, além destas cores, do castanho do dorso, que não toma a cor de fundo laranja, e os bastonetes negros. Assim, estes animais possuem um total de 6 cores.
Generalidades
O canário Arlequim Português é, essencialmente, um canário de desenho, polícromo, vivo, rústico, alegre, que mantém a tradição da variedade de desenho, que existiu sempre nos ancestrais criados pelos passarinheiros.
As exigências dos concursos e o desejo de dar origem a raças sofisticadas, quer no porte, quer no canto, quer na cor, conduziu ao desaparecimento do canário vivo e alegre que se criava entre os amantes do animal em si e que cativava as pessoas em geral que desejavam apenas ter em sua casa um canário para cantar.
Muitos dos animais altamente classificados dos dias de hoje são pássaros tristes, deformados, diríamos quase estropiados, quando não votados ao enclausuramento em gaiolas minúsculas, vivendo no escuro, o que conduz ao canto dito suave que, na verdade, mais parece um canto triste. Em reacção a esta situação, os criadores espanhóis seleccionaram o Timbrado, de canto vibrante, mas não atenderam, neste canário, à plumagem.
É curioso observar como algumas raças de canários deixam transparecer de modo significativo o carácter das populações que os criaram: O Frizado Parisiense parece conter em si uma bailarina de Can-Can. Por sua vez o Yorkshire representa a distinção do lord inglês. Ao alemão assemelha-se o canário do Harz, resultado de uma disciplina rigorosa, assumida em escolas alinhadas, como os elementos de um exército. O Timbrado reflecte o folclore espanhol, com as suas castanholas.
Em Portugal, mercê das características da população, rústica, avêssa a racismos e, ao contrário, mais dada a fusão das raças, criou-se um canário de cores múltiplas, vivo, alegre. É o nosso canário Arlequim Português.
Deve notar-se que esta raça permite uma variedade de desenhos que tornam a sua criação fascinante pelo imprevisto e impede a monotonia que outras raças de cor imprimem às exposições onde são apresentadas centenas de aves todas iguais, com pequenas diferenças, só reconhecíveis por especialistas.
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Lizard

O canário Lizard “lucertola”, é uma das maravilhas da canaricultura inglesa e de todo o mundo. Sendo a sua origem desconhecida, supõe-se ter como berço a França. Foram no entanto, aperfeiçoados no Reino Unido a partir da segunda metade do Século XVI, apontando-se a hipótese de ser fruto de cruzamento com algum fringilídio, devido às características que apresenta.
E a única raça na qual a sua coloração interessa, não só em torno de toda a plumagem mas em torno de cada pena que cobre o seu belo manto.
E também considerado na generalidade um canário um canário de côr, pois trata-se de uma ave de linha escura, podendo ser comparada por analogia a um canário verde, visto possuir pigmento de fundo amarelo, o que nos Lizard intensivos provoca um verdadeiro contraste com a côr negra das escamas.
Distinguem-se duas variedades correspondentes
• Os intensivos são chamados dourados.
• Os nevados são chamados prateados.
O tamanho do Lizard não deve ultrapassar os 13 centímetros, devendo a sua forma ser proporcional ao resto do corpo. Na gaiola deve ter um comportamento calmo, e a sua posição de 90 graus.
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Topete Alemão

Origem: Alemanha
Hoje em dia, uma pássaro como este nada pode ganhar numa exibição. Apenas as três cores básicas: o branco, o amarelo ou o vermelho são exigidas. O laranja é uma cor de mistura entre o amarelo e o vermelho e, consequentemente, não é alvo de criação. Há quarenta anos estes animais foram o ponto de partida para a criação, a partir dos quais os animais de qualidade foram seleccionados. Também no caso dos canários de cor puros, a hereditária foi uma criação de repressão. A introdução de genes foi conseguida, por acaso, com o cardinalito venezuelano, para , mais tarde, através de uma selecção, se chegar ao canário verdadeiramente vermelho. O vermelho é, do ponto de vista evolutivo uma cor jovem.

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Norwich

Origem: Condado de Norfolk – Grã Bretanha
O canário NORWICH teve a sua origem em Inglaterra, no condado de Norfolk, sendo esta bonita raça reconhecida em 1890, aquando da reunião de criadores em congresso, na cidade de Norwich.

As belas linhas do canário NORWICH e o seu temperamento dócil fazem com que seja muito apreciado e desaperte a curiosidade dos visitantes das exposições.
O NORWICH tem uma configuração maciça e arredondada, uma cabeça bem proporcionada e ligada directamente ao corpo, os olhos bem centrados dando a sensação de pequenos e encravados, bico pequeno, pescoço curto e largo. As pernas são relativamente curtas e delgadas, as asas estão bem coladas ao corpo e a cauda, que é também curta e fechada, deve parecer o seu prolongamento.
O tamanho do NORWICH anda à volta de 16cm, embora os criadores tentem obter exemplares maiores, o que em nada o vem prejudicar desde que mantenha o standard. A plumagem é macia, sedosa e bem acamada no corpo. As cores mais apreciadas são as uniformes - amarelo ou alaranjado (os brancos são raros).
Em relação aos dotes reprodutivos, os NORWICH são considerados bons ou médios, tendo muita influência a forma e lugar onde foram adquiridos. É aconselhável a criação em casal, como em todas as raças de grande porte. Os machos são boas pais, cuidando dedicadamente da fêmea e dos filhos.
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Crested (corona )

Origem: Grã-Bretanha
O canário Crest mostra o enorme desenvolvimento das penas da sua raça. E não são só as penas da cabeça que são mais compridas e mais largas para formarem uma poupa; o prolongamento das penas refere-se a toda a plumagem. As penas são compostas pela córnea, dita queratina, que é formada no próprio corpo e, do ponto de vista bioquímico, representa um derivado da albumina. Uma formação exagerada de queratina produz os conhecidos "lums", ou seja, abcessos de pele devidos a uma formação defeituosa de germes inclusos nas penas. Ambos podem ser eliminados por uma operação cirúgica. Contudo não se elimina a fonte do mal

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Gloster

Origem: Condado de Gloucester Grã-Bretanha
Gloster Corona criada entre as duas Guerras Mundiais no condado inglês Gloucester - Gloster -, esta raça graciosa apareceu a partir dos anos 30, em exibições, em Inglaterra. É considerada uma raça miniatura e o seu tamanho deve ser «tão pequeno quanto possível». Mas, mais importante do que o comprimento de 11,5 centímetros, são as proporções ideais: deve ser um aspecto robusto e arredondado. Entre todas as raças de porte o Gloster-Fancy está, em termos numéricos, no topo, batendo, de longe, todos os outros. É um bom reprodutor manso e alegre.
Gloster Consort enquanto o parceiro de poupa é chamado Corona , o parceiro de cabeça lisa chama-se simplesmente Consort . É nítida a esfericidade da cabeça, vista de cima e do lado. A raça Gloster é constituída, prioritariamente, por aves do tipo nevado, quer as mais claras , as manchadas quer as melânicas. Aves A de cor profunda, raramente apresentam uma qualidade de exibição . A escassa plumagem dá-lhes, frequentemente, um aspecto mais fraco e enfezado, nada próprio do standard. Os adeptos de canários Gloster devem usar para a criação apenas pássaros A realmente bons, de forma a melhorar a qualidade das suas penas.
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Yorkshire

Origem: Ilhas Britânicas condado de York

O YORKSHIRE teve a sua origem nos fins do século XIX, a partir do acasalamento da raça Lancashire com o canário belga Bossu e com o Norwich.
Canário esguio e comprido, de plumagem lisa e abundante é o gent of the fancy em Inglaterra. Desde o seu aparecimento até aos nossos dias a raça YORKSHIRE tem vindo a sofrer modificações que o tornam hoje um canário diferente do primitivo. O YORKSHIRE ó de todos os canários existentes um dos que apresenta uma forma de corpo mais curiosa, sendo um gigante entre todas as raças quando se coloca no poleiro em posição erecta, assumindo o porte de exposição.
O tamanho do YORKSHIRE anda à volta dos dezassete centímetros, havendo a tendência, entre os criadores, para o aumentar um pouco mais. Tem um bico curto e uma cabeça arredondada e bem definida, que se deve fundir com o pescoço e resto do corpo, de uma forma suave e elegante. O corpo apresenta um afunilamento gradual até à cauda, esta de penas compactas e fechadas. As asas permanecem bem coladas e as suas extremidades não se cruzam. As pernas são compridas e direitas colocando-se perto uma da outra para manter o corpo na posição erecta e imponente, principal característica desta raça.
Nos fins do século passado como imagem de elegância, dizia-se que o YORKSHIRE devia passar por um anel de homem, enquanto nos nossos dias a raça adquiriu uma forma mais "avolumada".
A plumagem do YORKSHIRE é compacta e bem aderente ao corpo não interessando a sua coloração, embora sejam muito apreciados os canários de cor uniforme. As qualidades reprodutivas são normalmente boas, quando adquiridos exemplares seleccionados.
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Frizado Suiço

Os primeiros canários frisados vieram da suíça há mais de 100 anos, quando a Sociedade Ornitologica de Bale realizou a sua primeira exposição.
Os criadores locais ficaram encantados com o tal "parisiense" e os casais eram vendidos a quatrocentos francos suíços, soma enorme para aquela época.
Em 1889, uma reportagem de um jornal do pais citava o numero de criadores da raça era enorme.
Pouco a pouco os passaros, face talvez aos acasalamentos incorretos e a consangüinidade, começaram a reproduzir pouco e os criadores no afã de resolver o problema trouxeram passaros de diversas regiões ou países para também melhorar o tipo existente.
Vieram passaros de Paris, Lion, Strabourg e mais tarde de Viena e Munique. Todos eram denominados "parisienses" , mas com caracteristicas em alguns casos bastante diversificadas.

Dessa mistura como não podia deixar de acontecer, surgiram passaros que apesar de frisados, com peito, manto e fachos perfeitamente definidos apresentavam posição, cabeça e outras frisuras bastante variáveis.
Um primeiro padrão, no intuito de definir as caracteristicas de uma raça, foi feito pelos Srs. Hässing, Lambert, Soleure, e Zehle. Esse padrão foi submetido a uma assembléia de criadores que o aprovou e, apartar daí, começou a seleção da nova raça , denominada como "FRISADO SUÍÇO" .
As importações não cessaram, pois os passaros importados visavam melhorar ou fixar as caracteristicas do padrão.
A seleção severa desestimulou alguns criadores, mas outros continuaram e conseguiram chegar no tipo padronizado, especificamente suíço, que se caracteriza como o Scoth Fancy e outras raças pela forma arqueada da linha cabeça-pescoço-dorço e cauda.
A raça tem sua difusão, mesmo na Europa, restrita a apenas alguns países, alem do de origem.
O FRISADO SUIÇO IDEAL
A forma do copo é arqueada, com um tamanho mínimo de 16 cm.
A cabeça é pequena e serpentiforme, com bico proporcionais e olhos bem posicionados.
O manto simetricamente dividido para os dois lados do dorso desce até aos 2/3 do comprimento desse, cobrindo também a parte das asas.
O peito com suas penas convergindo para o centro forma o "cestinho" comum aos frisados e esta perfeitamente separado dos fachos . este, nascendo na região do fêmur, sob as asas, arqueiam-se para contornalas.
Não são frisuras muito volumosas , mas perfeitamente definidas em sua forma e simetria.
As pernas, com as coxas emplumadas e longas e canelas também longas, são fundamentais para entrar em posição .
A coxa e canela ficam quase alinhadas mas ligeiramente inclinadas em relação ao poleiro.
A cauda longa e fina, quando o pássaro toma a posição de concurso, passa por baixo do poleiro.
A posição do concurso é definida pelo arco que passa por cima da linha da cabeça, pescoço, dorso e cauda.
A linha inferior que passa pelo peito também é arqueada, mas o peito não permite, por sua forma, uma linha continua como a superior.
As asas, perfeitamente assentadas no dorso quando o pássaro entra em posição, podendo Ter suas extremidades ligeiramente afastadas na região da rabadilha.
As únicas frisuras admitidas são o manto, o peito e os fachos, caracterizando-se o restante da plumagem pela ausência de frisos.
Todas as cores naturais são admitidas, não sendo admitida a cor de fundo vermelha.
É um pássaro nervoso, com os seus congêneres, que perfeitamente limpo e saudável completa o pássaro ideal.
Como todos aqueles que colocam a cauda sob o poleiro, pode, quando entra com constância em posição, apresenta a parte inteira da cauda e os pés sujos de fezes.

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Frisado Parisiense

Origem: Paris França
É dos mais caros pássaros que ha pode chegar aos 600€ a 700€
Os primeiros frisos observados num canário surgiram por volta de 1750 e situavam-se no peito do pássaro. Posteriormente surgiram os frisos nas costas e depois nas restantes zonas da plumagem.

Em 1840, a Duquesa de Berry esteve na Holanda, acompanhada do Sr. Hervieux de Chanteloup, para visitar os grandes criadores e procurar pássaros de qualidade de raça de canário holandês que ele havia importado anteriormente para a França.
Os criadores franceses interessaram-se pela duquesa, adquiriram alguns numa exposição realizada em Lille, com o intuito de criar um pássaro superior, de maior tamanho, mais corpulento e de plumagem mais abundante.
Após alguns anos conseguiram obter alguns indivíduos de qualidade e a evolução continuou.
Em Outubro de 1867, o primeiro concurso de canários frisados foi realizado em Paris e foi fundada a primeira sociedade até hoje existe, " La Nationale".
No inicio do século XX passou a ser denominado FRISADO PARISIENSE e difundiu-se pelo mundo.
Tamanho – O tamanho é sempre superior aos 18 cm, medidos da ponta do bico à extremidade da cauda.

Esta raça de canários tem a sua origem no sul de França ,+ ou - por volta de 1870 por SELECÇÃO do cruzamento de Frisado do Norte com Bossu Belga.
Como nas outras raças frisadas mais antigas, a origem é obscura. Mas tais pássaros parecem ser originais do Sul da França, espalhando-se depois para a Itália e Espanha.
O interesse e o desenvolvimento específico desse tipo em uma certa região, em termos remotos, poderá ser explicado pelo isolamento ocasional de um grupo de criadores de pássaros frisados.
Estes criadores, dando uma interpretação toda pessoal a um padrão que possuíam, conduziram a raça, por falta de material de comparação, ao que supunham ser o ideal e posteriormente, ao compará-la com os pássaros de outros centros, verificaram que as diferenças eram marcantes e praticamente uma nova raça foi fixada.

Se compararmos o FRISADO DO SUL com o desenho do Frisado Parisiense feito pelo Sr. Le Roy, em 1890, a semelhança é grande. É também conhecida por HOLANDÊS DO SUL.
Sendo um frisado pequeno, as frisuras não são tão volumosas quanto as das raças grandes.
É um pássaro de tamanho que deve variar de 16 a 17 cm, tamanho este de difícil avaliação pela posição curvada que adopta, tanto em repouso como em posição de concurso.

O Frisado do Sul tem 11 rúbricas de Julgamento no seu standard que são:
1- POSIÇÃO - 15 Pontos
Em forma de 7

2 - PATAS - 10 Pontos
Longas, direitas e bem emplumadas.

3 - PLUMAGEM - 10 Pontos
Omais lisa possível nas zonas desprovidas de frisado, ou seja: cabeça, pescoço e abdomen.

4 - TAMANHO - 10 Pontos
17 cm.

5 - MANTO - 10 Pontos
Simétrico, bem desenvolvido. Linha média nítida e contínua. Bem prenunciado nos ombros.

6 - FRISADOS DO PEITO "JABOT" - 10 Pontos
Simétricos. Em forma de cesto.

7- ALETAS - 10 Pontos
Levantadas e simétricas. Implantação elevada, mesmo junto ás coxas.

8 - CABEÇA E PESCOÇO - 10 Pontos
Cabeça : fina, serpentiforme e lisa.
Pescoço : longo e liso; projectado para diante.

9 - CAUDA - 5 Pontos
Estreita e fechada.

10 - ASAS - 5 Pontos
Juntas, sem se cruzarem.

11 - CONDIÇÃO - 5 Pontos
Boa apresentação. Saúde óptima.
Todas as cores são admitidas.

GAIOLA DE EXPO : mod. B (CÚPULA) com um poleiro em cima.

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Frizado do Sul

Origem: Sul da França
Como nas outras raças frisadas mais antigas, a origem é obscura. Mas tais pássaros parecem ser originais do Sul da França, espalhando-se depois para a Itália e Espanha.

O interesse e o desenvolvimento específico desse tipo em uma certa região, em termos remotos, poderá ser explicado pelo isolamento ocasional de um grupo de criadores de pássaros frisados. Estes criadores, dando uma interpretação toda pessoal a um padrão que possuíam, conduziram a raça, por falta de material de comparação, ao que supunham ser o ideal e posteriormente, ao compará-la com os pássaros de outros centros, verificaram que as diferenças eram marcantes e praticamente uma nova raça foi fixada.
Se compararmos o FRISADO DO SUL com o desenho do Frisado Parisiense feito pelo Sr. Le Roy, em 1890, a semelhança é grande. É também conhecida por HOLANDÊS DO SUL.
Sendo um frisado leve, as frisuras não são tão volumosas quanto as das raças pesadas.
Tamanho – É um pássaro de tamanho que deve variar de 16 a 17 cm, tamanho este de difícil avaliação pela posição curvada que adopta, tanto em repouso como em posição de concurso.
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Frizado do Norte

Origem: Norte da França
Talvez seja mais difícil estabelecer com certeza a origem dessa raça que das outras raças de pena frisada. As teorias são bastante controversas e, face à rara documentação existente, a maioria delas não passa de hipóteses.

Provavelmente, o “grande holandês” seja a origem da maior parte dos frisados e também contribuiu para formar esta raça, que ainda é conhecida como HOLANDESA DO NORTE.
No norte da França, nas regiões de minas e fábricas de tecelagem, estes pássaros foram desenvolvidos procurando o tipo erecto, ao contrário do que aconteceu no sul.
Varias raças de frisados, outrora existentes, como o PICARD, em muito se assemelham ao FRISADO DO NORTE e é provável que eles mesmos tenham vindo a dar origem aos Parisienses, por selecção.
Tamanho – é um pássaro de tamanho médio, de 17 a 18 cm, cuja a posição erecta semelhante ao Yorkshire é de fundamental importância.
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Fiorino

Origem: Florença Itália
Esta raça de canários denominada Fiorino ou Florim foi recentemente reconhecida pela COM como mais uma raça frisada de topete.

A ideia de criar a raça teve origem em Florença, sendo um dos seus idealizadores o Dr. Livio Susmel que pretendia produzir um pequeno e vivo canário frisado de uma plumagem branca com topete idêntico ao Gloster, porem melânico.
As frissuras deveriam ser semelhantes às dos Parisienses e o topete, tamanho e forma do corpo idênticos ao de um Gloster.
Para produzir tal pássaro, foram cruzados Parisienses de pequeno tamanho com Glosters de cor branca, mas as experiências fracassaram.
Na década de 60, outros criadores retomaram a experiência com objectivo ligeiramente modificado: produzir um pássaro frisado pequeno com topete e forma, semelhante ao Gloster mas sem qualquer restrição à cor.
Em 1980, os primeiros pássaros foram apresentados por ocasião de uma exposição em Bolonha.
Tamanho – o tamanho deve variar em torno dos 13,5 cm como o ideal sendo o menor possível.
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Fife Fancy

Origem: Escócia

Normalmente as raças de canários são criadas cruzando-se duas ou mais raças para depois, por selecção, se atingir a um padrão desejado. O Fife Fancy é uma excepção.
O Border era originalmente um canário pequeno.
Depois da 2ª Grande Guerra, face à perda dos plantéis e ao número baixo de pássaros de qualidade, os criadores foram obrigados a utilizar outras raças para aumentar o número e também aperfeiçoar os exemplares com poucas características.
Os pássaros Norwich de pequeno tamanho foram bastante utilizados, o que resultou na produção de pássaros maiores, com cabeças redondas e grandes.
Infelizmente estes pássaros foram premiados nas exposições causando insatisfação em muitos criadores, que consideraram tal prática inaceitável.
Estes aplicaram seus conhecimentos em recriar pássaros do velho tipo Border, mas concentraram também seus esforços em reduzir o tamanho para 4 ½, "ou seja, 11,5 cm".
Quando o objectivo foi atingido, estes pássaros foram exibidos na classe de miniaturas, comuns nas exposições da Grã-Bretanha, e formou-se um clube especial para promover a raça.
Tamanho - É um pássaro pequeno, uma miniatura do Border. O tamanho deve ser em torno dos 11,5 cm.
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Bossu Belga

Origem: Bélgica-gigantes bruxelas
Bossu Amarelo. "Busso" é uma palavra francesa que significa corcunda. Esta raça de canários de origem belga foi desenvolvida a partir da "Grande ave de Gent". O posicionamento típico no qual os ombros macaram o ponto mais alto do pássaro, é conseguida pelo animal através do esforço dos músculos. A estrutura óssea não apresenta quaisquer deformações. O pássaro desta imagem encaixa-se no esquema típico da raça, estando de acordo com o padrão estabelecido. É considerada a raça nacional belga. Na sua pátria, esta raça antiga continua a ser muito popular e está a ser novamente criada com sucesso. Também noutros países este pássaro belga ganha adeptos.
Tamanho - O tamanho deve regular entre 17 e 18 cm, medido da ponta do bico à extremidade da cauda.
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Border

Origem: Fronteira Inglaterra - Escóci

Se considerarmos o Yorkshire um "alto aristocrata", então o Border à nossa frente é um "fidalgo da província". As suas proporções harmoniosas, a silhueta típica com a "dobra da nuca", a posição de 60º em relação ao poleiro, a plumagem brilhante e as cores naturais e claras são as características da raça. A sua fertilidade proverbial, a sua agilidade no voo, tudo isto o torna um pássaro de exposição popular, cada vez com mais adeptos. A raça também é popular em França, na Bélgica e na Dinamarca. Em grandes exibições vêm-se sempre canários Border, também com manchas. São canários de exposição elegantes, que entusiasmam os seus adeptos.
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A completar




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