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 MENDEL- O HOMEM

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PEDRO NETO
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MensagemAssunto: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 22:03

Gregor
Mendel

Biografia, Leis de Mendel, genética, suas pesquisas, vida de estudos, teorias


Gregor Mendel: importantes estudos de genética

Introdução

Gregor Mendel nasceu em 20 de julho de 1822, num pequeno povoado chamado Heinzendorf, na atual Áustria. Ele foi baptizado com o nome de Johann Mendel, mudando o nome para Gregor após ingressar para a ordem religiosa dos agostinianos. Foi ordenado sacerdote no ano de 1847.

Biografia e estudos científicos

Entre os anos de 1851 e 1853 estuda História Natural na Universidade de Viena. Neste curso, adquiri muitos conhecimentos que seriam de extrema importância para o desenvolvimento de suas teorias (leis).

Aproveitou também os conhecimentos adquiridos do pai, que era jardineiro, para começar a fazer pesquisas com árvores frutíferas. Em 1856 já fazia pesquisas com ervilhas, nos jardins do monastério.

Sua teoria principal era a de que as características das plantas (cores, por exemplo) deviam-se a elementos hereditários (actualmente conhecidos como genes). Como passava grande parte do tempo dedicando-se às actividades administrativas do monastério, foi deixando de lado suas pesquisas relacionadas ao estudo da hereditariedade.

Morreu em 6 de Janeiro de 1884 sem que tivesse, em vida, seus estudos reconhecidos. Somente no começo do século XX que alguns pesquisadores puderam verificar a importância das descobertas de Mendel para o mundo da genética.

As Leis de Mendel

Primeira Lei: também conhecida com Lei da Segregação, explica que na fase de formação dos gametas, os pares de factores se segregam.

Segunda Lei: também conhecida como lei da Uniformidade, afirma que as características de um indivíduo não são determinadas pela combinação dos genes dos pais, mas sim pela característica dominante de um dos progenitores (característica dominante).

Segunda Lei: também conhecida como Lei da Recombinação dos Genes, explica que cada uma das características puras de cada de cada variedade (cor, rugosidade da pele, etc) se transmitem para uma segunda geração de maneira independente entre si.

_________________
Cumprimentos
Pedro Neto
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 22:05

A genetica e Mendel

Genética
A Genética é o ramo da biologia que estuda as leis da transmissão de características hereditárias nos indivíduos, e as propriedades das partículas que asseguram essa transmissão.Com os estudos de Mendel a genética tomou um grande impulso, assim Mendel é considerado um dos pais de Genética moderna.

As leis de Mendel.

Utilizando-se de ervilhas, Mendel elaborou uma série de experimentos. Os resultados deste serviram para a elaboração das suas leis relacionadas à genética.


Lei da Segregação dos Factores ou Lei Fundamental da Genética -


Os factores que condicionam uma característica separam-se na formação de um gâmeta onde o mesmo carrega apenas um alelo de cada gene, estes por
tanto são puros com relação a cada factor. A fecundação permite a união dos alelos e a manifestação do factor em relacionado aos genes. Quando
um indivíduo possui um par de alelos idênticos são chamados homozigoticos (puro) e se apresenta diferentes alelos é heterozigoticos (híbrido).
Mendel cruzou ervilhas puras que apresentavam sementes amarelas como outras variedades que apresentavam sementes verdes. Da 1ª geração obteve sementes totalmente amarelas. Cruzando as sementes da 1ª geração entre si, ou seja, realizando uma autofecundação, obteve uma 2ª geração composta por 75% das sementes amarelas e 25% das sementes verdes.

Mendel concluiu:
– Cada carácter é determinado por um par de factores ou unidades hereditárias designadas genes;
– Os dois genes que determinam um carácter segregam-se isto é separam-se na formação de dois gâmetas: Lei da segregação;
– Os dois genes que controlam um carácter são designados alelos.


Lei de Segregação Independente dos Genes não-alelos - Lei da Herança ou Lei da Geração Independente



Os factores para duas ou mais características segregam-se no híbrido, distribuindo-se independentemente para os gâmetas onde se combinam aleatoriamente, ou seja, pelo acaso.
Após estudar um único carácter, Mendel cruzou ervilhas que diferiam entre si em dois caracteres simultaneamente. Assim cruzou sementes de ervilhas homodiegéticas ou puras amarelas e lisas como sementes puras verdes e rugosas. Na 1ª geração ou F1 obteve 100% de plantas com sementes amarelas e lisas. Por auto fecundação de F1 obteve 4 fenótipos diferentes em F2, na proporção de: 9 amarelas lisas, 3 amarelas rugosa. 3 Verdes lisas e 1 verde
rugosa.


fonte:http://www.bioatividade.hpg.ig.com.br/

reflexão:

Mendel foi um dos pais da genética se não mesmo o pai. Mendel, um monge que morreu sem ver o seu trabalho reconhecido, hoje em dia é considerado como pai da genética, pois chegou a conclusões muito avançadas para a sua altura, dando assim um grande passo, e uma grande ajuda, em relação à hereditariedade.


Publicada por ligiapere
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PEDRO NETO
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 22:08


Gregor Mendel realizando experimentos com ervilhas.

O monge e cientista austríaco Gregor Mendel e suas descobertas, feitas por meio de experimentos com ervilhas, realizadas no próprio mosteiro onde vivia, foram extremamente importantes para que hoje conhecêssemos os genes e alguns dos mecanismos da hereditariedade. Suas experiências foram, também, muito significantes para a compreensão de algumas lacunas da Teoria da Evolução, proposta tempos antes.

O sucesso de seus experimentos consiste em um conjunto de fatores. Um deles foi a própria escolha do objeto de estudo: a ervilha Psim sativum: planta de fácil cultivo e ciclo de vida curto, com flores hermafroditas e que reproduzem por autofecundação, além de suas características contrastantes, sem intermediários: amarelas ou verdes; lisas ou rugosas; altas ou baixas; flores púrpuras ou brancas, dentre outras.

Além disso, o monge selecionou e fez a análise criteriosa, em separado, para cada par das sete características que identificou; considerou um número apreciável de indivíduos de várias gerações; e, para iniciar seus primeiros cruzamentos, teve o cuidado de escolher exemplares puros, observando-as por seis gerações resultantes da autofecundação, para confirmar se realmente só dariam origem a indivíduos semelhantes a ele e entre si.

Executando a fecundação cruzada da parte masculina de uma planta de semente amarela com a feminina de uma verde (geração parental, ou P), observou que os descendentes, que chamou de geração F1, eram somente de sementes amarelas. Autofecundando estes exemplares, a F2 se apresentou na proporção de 3 sementes amarelas para 1 verde (3:1).

Com esses dados, Mendel considerou as sementes verdes como recessivas e as amarelas, dominantes. Fazendo o mesmo tipo de análise para as outras características desta planta, concluiu que em todos os casos, havia a mesma proporção de 3:1.

Com esse experimento, deduziu que:

• As características hereditárias são determinadas por factores herdados dos pais e das mães na mesma proporção;
• Tais factores se separam na formação dos gâmetas;
• Indivíduos de linhagens puras possuem todos seus gametas iguais, ao passo que híbridos produzirão dois tipos distintos, também na mesma proporção.

Assim, a Primeira Lei de Mendel pode ser enunciada desta forma:

Cada caráter é determinado por um par de fatores genéticos denominados alelos. Estes, na formação dos gametas, são separados e, desta forma, pai e mãe transmitem apenas um para seu descendente.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escol

_________________
Cumprimentos
Pedro Neto
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 22:11

Conceitos básicos em genética
A genética é um estudo dos meios com os quais as espécies se preservam, passando suas características próprias e as diferenças entre pais e filhos, esta na canaricultura baseia-se na presença de características como cor, plumagem, forma, sexo e na probabilidade destas características ocorrerem.

  • 1a Lei de Mendel
Gregor Mendel em 1865, definiu as leis básicas da genética, Mendel estudando o cruzamento de ervilhas, ficou curioso com o seguinte fato: cruzando ervilhas amarelas entre si, só obteve ervilhas amarelas, depois cruzando ervilhas verdes entre si observou que só obteve ervilhas verdes, e por último cruzou ervilhas amarelas verdes só nasceram ervilhas amarelas ou seja geneticamente falando, Mendel conclui que nos genes que determinam a cor das ervilhas o amarelo é dominante e o verde recessivo.

  • Utilizando a 1a lei de Mendel na canaricultura
Em um acasalamento de canários, onde o macho é amarelo portador de recessivo (genótipo Rr), com uma fêmea branca recessiva (genótipo rr).

Pais: amarelo Portador de recessivo Rr / rr branco recessivo
<blockquote> </blockquote> <blockquote>

  • Probabilidade:
  • Rr – 50% amarelos portadores de recessivo
  • Rr – 50% brancos recessivo
</blockquote> <blockquote>

  • Herança Ligada ao Sexo:
  • Existe um par de cromossomos responsáveis pelo sexo do indivíduo, nas aves são representadas por;
  • ZZ – Machos
  • ZW – Fêmeas
</blockquote> <blockquote>

  • Herança de Lutinos (olho vermelho ligado ao sexo)
  • Omolho vermelho é um caráter recessivo, portanto só se manifesta em homozigose (indivíduos puros). Representamos o macho lutino por ZlZl pois o gene l que determina a cor vermelha dos olhos que são ligados ao sexo, ou seja, somente estão presentes no cromossomo Z, da mesma forma a fêmea lutina será representada por ZlW

    • Assim teremos;
    </li>
  • ZlZl – macho lutino
  • ZLZl – macho portador de lutino
  • ZlW – fêmea lutina
  • LW – fêmea normal
</blockquote>

  • Exemplo: acasalamento de macho portador com fêmea pura.
<blockquote>

  • Pais: ZLZl / Zlw
</blockquote> <blockquote>

  • Filhos: 25% ZLZl –machos portadores
  • 25% ZlZl- machos lutinos
  • 25% ZlW – fêmeas lutinas
  • 25% ZLW – fêmeas normais
  • Nota:
    A presença na fêmea do cromossomo W determinante do sexual feminino, acanária é lutina ou normal só o macho poderá ser protador de lutino por ter dois cromossomos sexuais determinantes do sexo masculino.
</blockquote>
Obs.: A herança ligada ao sexo, se aplica também na diluição marfim, canela e em rubinos etc.
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 22:14

Genética das Cores

Muitas dúvidas surgem à respeito do comportamento genético das cores do canário. As variações de probabilidade são grandes e só analisando cada caso especificamente, poder-se-á Ter uma idéia do provável produto que poderá ser obtido.

Mas para se dar uma idéia genérica de como se comportam as cores do canário, podemos dizer que: existem certas cores que tanto macho como a fêmea podem portar, enquanto que outras só o macho porta. Ao primeiro grupo chamaremos de características recessivas e ao segundo grupo de cores ligadas ao sexo.

Antes de qualquer coisa, nas cores de linha escura: cobre, azul e verde (oxidados), canela pastel e isabel, devemos observar que só o macho pode ser portador de uma dessas cores (respeitando-se a tabela abaixo), enquanto que a fêmea é pura, ou seja, não porta nada.

VERDE CANELA ÁGATA ISABEL

VERDE M e F verde F - verde
M - verde/canela F - verde
M -verde/ágata F - verde
M - verde-isabel
CANELA F - canela
M-verde/canela M e F
Verde F - Canela
M-verde P e canela/ágata F - canela
M- canela/isabel
ÁGATA F - Ágata
M-Verde/canela F-Ágata
M-verde/ágata can M e F
Ágata F- Ágata
M -Ágata/Isabel
ISABEL F-Isabel
M-Verde/isabel F-Isabel
M-Canela/isabel F-Isabel
M-Ágata/Isabel M e F

Isabel

(VERDE=AZUL=COBRE)
Ex:Verde/canela = Verde portador de canela
Ágata/isabel = Ágata portador de isabel

À estas características, podemos combinar com os fatores recessivos e os ligados à sexo, conforme as tabelas abaixo:

CANÁRIOS LIGADOS AO SEXO

(Marfim - Pastel - Acetinado)
Machos X Fêmeas
Puro Pura Machos e fêmeas puras
Portador Pura 25% fêmeas puras
25% fêmeas normais
25% machos puros
25% machos portadores
Normal X Pura Machos Portadores
Fêmeas normais
Puro X Normal Machos portadores
Fêmeas Puras
Portador X Normal 25% Fêmeas puras
25% Fêmeas normais
25% machos normais
25% machos portadores

CANÁRIOS RECESSIVOS

(Branco Recessivo - Opal - Ino)
Machos X Fêmeas
Puro X Pura Machos e fêmeas puras

Portador X Pura 50% puros machos e fêmeas
50% portadores machos e fêmeas
Normal X Pura 100% portadores machos e fêmeas
Puro X Portadora 50% puros machos e fêmeas
50% portadores machos e fêmeas
Portador X (ra) 25% puros machos e fêmeas
50% portadores machos e fêmeas
25% normais machos e fêmeas
Normal X Portadora 50% portadores machos e fêmeas
50% normais machos e fêmeas
Puro X Normal 100% portadores machos e fêmeas
Portador X Normal 50% portadores machos e fêmeas
50% normais machos e fêmeas

O nevado, Intenso e Dominante são características livres, sendo que o Nevado tem maior possibilidade de ocorrer do que o Intenso e Dominante.

Um assunto muito polémico é a respeito do Mosaico, onde, muito se fala sobre o seu comportamento genético, mas nada definitivo.
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 22:17

Crossing-over

O termo "crossing-over" é de uso universal em genética, não havendo nos idiomas comuns, uma palavra que o traduza.

Podemos dizer "permuta, troca de factores ou recombinação".

Há, em genética, um fenômeno que se opõe ao crossing-over que é denominado "linkage", o que podemos traduzir por "ligação fatorial".

Nosso tema é crossing-over, mas faremos uma sinopse sobre ligação fatorial, assunto que estará relacionado com as cores combinadas.
Consideramos um fato novo, o tema linkage em canaricultura, pois não tivemos ainda a oportunidade de ver este assunto tratado na atividade. É certo que em muitas cores ligadas ao sexo podem estar sob a influência de gens, em ligação fatorial. O fenômeno da linkage foi descoberto pelos trabalhos de Bateson e Punnett, em experiência com ervilhas. Observaram


eles que, em casos especiais, a lei de Mendel, referente à independência não ocorrida. As primeiras hipóteses nesse sentido datam de 1906. Coube, contudo, a Morgan, em 1910, fixar definitivamente os postulados da linkage.

Em resumo, a linkage pode ocorrer quando determinados gens estão tão próximos em um mesmo cromossomo que a separação deles pelo processo de crossing-over não se dá, ou se dá de forma muito excepcional.

Os primeiros estudos da linkage se referiram a fenômenos relacionados no cromossomo do sexo. A partir de 1914, os estudos da linkage se desenvolveram também para pesquisas nos cromossomos autossomais.

A linkage pode se apresentar de duas formas:

a) Linkage completa.
b) Linkage parcial.

O crossing-over é o oposto da linkage, pois diz respeito exatamente à separação de gens.

Existem várias teorias a respeito de crossing-over e, por serem várias, poderemos, em princípio, concluir que o mesmo não se encontra ainda devidamente explicado. A verdade é que não se sabe ainda como ocorre e nem com que freqüência ocorre.

Entre renomados geneticistas de notório saber, os mais citados em trabalhos referentes ao crossing-over são Hedane, Levine, Janssens, Cooper, Darlington, Schwartz, Bridger
Matsuro, com sua teoria neo-clássica e White.

Darlington postulou uma teoria muito aceita, denominada "teoria moderna", em 1934. Todos estes cientistas e outros mais, têm pontos que se chocam. Podemos dizer que há uma sucessão de conflitos.

Uns dizem que o processo é mecânico, outros físicos e hoje, modernamente, que é químico.

A teoria de mais fácil compreensão é a clássica de SAX (1932), denominada teoria dos dois planos. Ressalvamos aqui a teoria de SAX hoje em dia é muito combatida, porém, ela diz bem o que necessitamos entender. Em síntese, ele postulou que crossing-over é uma troca de genes, conseqüência de um cruzamento anterior de cromatídeos não irmãos. Já sabemos o que é meios, e quando estudamos hibridologia, e como se dá a formação dos espermatozóides.

Vamos agora rever essa parte, porquanto o crossing-over ocorre nessa fase. Segundo Bridger (1916) e universalmente aceito, a meiose possui cinco fases: prófase, prometáfase, metáfase, anáfase e telófase. A primeira fase está subdividida em cinco estágios: zigóteno, paquíteno, diplóteno e diacinese. O crossing-over só ocorre na espermatogênese e nunca na ovogênese.

Leptóteno: no primeiro estágio os cromossomos estão soltos na célula. São 18 no total em uma célula de canário, representados sexualmente por xx. Zigóteno: neste estágio os cromossomos se pareiam formando ao todo nove pares, iniciando o processo de união. Paquíteno: no terceiro estágio os cromossomos completam o pareamento e se unem, formados os bivalentes. Diplóteno: no quarto estágio novamente se separam, para, em seguida, agora só os cromossomos de sexo, se dividirem cada um em duas cópias, idênticas, se for uma divisão normal e com alguma modificação genética pode ocorrer o crossing-over.

O Crossing-over na Canaricultura

Há dois casos clássicos em canaricultura. Iremos tratar especificamente de um deles

Os machos obtidos destes acasalmentos serão negro/ marron oxidado heterozigotos (portadores de isabelino). Não existe o canário crossing-over, como já vimos, é um fenômeno genético, havendo o canário susceptível de apresentar o fenômeno. A esses canários, o nome que vem sendo usualmente aplicado é a expressão francesa "PASSE - PORTOUT",
usado tanto por eles quanto pelos ingleses, espanhóis, holandeses, italianos, entre outros. Na literatura italiana vamos encontrar também a palavra "GRIMALDELLO", com o mesmo sentido (graus).


Nem uma nem outra é a terminologia que se possa deduzir por elas mesmas como as características intrínsicas do tipo do canário. Sabendo que elas querem significar, vamos seguir adotando a mais comum: passe-partout.

Não temos, em português, uma palavra que exprima com exactidão as características do canário em questão.

Podemos definir o canário passe-partout como sendo um macho susceptível de nos dar pelo processo crossing-over, múltipla variedade de cores em sua descendência.

Como exemplo, faremos um acasalamento de Mc àgata com Fm canela: os filhotes Mc serão do tipo negro/ marron oxidados, com hereditariedade canela, ágata e isabelino. Essa última hereditariedade se dá pelo processo de crossing-over e a hereditariedade canelas e ágatas estão independentes nos correspondentes gametas.

Esse canário, fenotipicamente, será um exemplar pouco competitivo em termos de concursos. A dominância de negro e da oxidação se faz sentir, mas em gametas diferentes é prejudicada pela ausência de seus correspondentes homólogos. Isso implica na manifestação melânica do negro, via de regra, meio borrada de canela e quase sempre mais
estreita, apresentando desenhos atípicos em relação àqueles do exemplar negro/ marrom oxidado, faltando ainda, por vezes, a devida oxidação em partes como bico, penas e unhas.

Observação a incidência do fenômeno crossing-over em canaricultura, não há registro de um controle estatístico. Não sabemos com que freqüência ocorre.

Admitir que seja relativamente freqüente, pelo que temos observado e por experiências próprias. É um recurso que pode e deve se aplicado pelo criador, principalmente para iniciar a trabalhar com uma determinada cor, evitando maiores despesas.

Com o uso dessa prática, a diversificação do plantel se faz rapidamente. O criador de maior porte e de fins competitivos, deverá dar preferência por pássaros homozigotos, para as devidas cores consideradas, tendo em vista serem elas, via de regra, melhores exemplares do que os heterozigotos, em termos competitivos.
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PEDRO NETO
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 22:20

Fascínio da Genética na Canaricultura

O canário, entre as aves, é uma que exerce verdadeiro fascínio sobre o homem, atraindo-o não só pelo seu belo canto, como mais precisamente pela beleza e riqueza de suas plumagens com miríades de detalhes que nos enchem os olhos. Em razão disso, o canaricultor, na esteira do tempo, procura a determinação do biótipo ideal, que apresente as
características estéticas por ele almejadas. O mais comum é o acasalamento de espécimes que apresentam características harmônicas e compatíveis com os padrões estabelecidos pelo homem como estéticos, sinônimo de bonitos. Porém, é necessário fazer-se uma indagação. Por que se cruzando um campeão (91 pontos) com uma campeã da mesma pontuação, muitas vezes o resultado se mostra uma frustração Os resultados, biotipologicamente, podem ser um desastre, não se parecendo os filhotes nem de longe com os pais campeões, já que
estes possuem características invejáveis.

Outras vezes, cruzamos campeões com canários do plantei sem grandes atributos biotipológicos desejados, e, de igual modo, os resultados se apresentam frustrantes. Tais cruzamentos originaram filhotes com características decepcionantes. Outras vezes, ainda, espécimes sem grandes qualidades foram cruzados, resultando em indivíduos com
características excepcionais, verdadeiros campeões, a espelhar os padrões estéticos estabelecidos pela canaricultura. E surgem a eterna dúvida e a devida e constante indagação: porquê?

Hoje se procura a resposta na ciência em evidência, com enormes avanços no estudo do aperfeiçoamento biotipológico e físio-metabólico dos seres vivos, a genética.

Com a devida licença, é necessário nos reportarmos a certos conceitos dessa ciência fascinante, absorvente e embriagadora. De crucial conhecimento, que as células germinativas portam uma dupla helix constituída de proteínas e bases nitrogenadas, que compõem o DNA (sigla inglesa para o Ácido Desoxi Ribonucléico).

São os denominados genes, biopartículas encontradas no núcleo das células germinativas e somáticas. Esses genes portam as características físio-metabólicas e biotipológicas do indivíduo. Em realidade eles são os responsáveis pela guarda das características ancestrais transmitidas pêlos pais ao portador. Reúnem-se em grupos, enrolando-se em novelos e dando origem á denominada cromatina. No momento da fecundação, esse novelo se desenrola, originando os cromossomos em forma de bastonetes, em pares, que na espécie do canário (Serinus canarius) são em número de 18 a quantidade de pares varia de acordo com a espécie animal. Cada espécie animal possui, assim, diferentes números de cromossomos, os quais transmitem caracteres diferenciais. Esses cromossomos são de dois tipos: os autossômicos e os gonossômicos, também denominados sexuais. São eles responsáveis pelas cores e brilho das penas, pelo tamanho do bico, dos olhos e da cauda, volume da cabeça, forma e tortuosidade da coluna, bem como pelo porte do canário. Enfim, por todas as características do pássaro. Os cromossomos andam sempre juntos, formando pares chamados alelos. É que na reprodução sexuada, no momento da fecundação do ovócito pelo espermatócito, na célula feminina (que se transforma em célula ovo), se apresentam dois núcleos que se fundem, resultando duas cromatinas. Estas, nesse momento, se desenrolam,
formando 18 pares de cromossomos o paternos e 18 pares de cromossomos maternos, portando as características de cada pai, os quais se posicionam em paralelo e a seguir se entrecruzam no chamado crossing over após o que se dividem, formando os cromossomos portadores de todos os caracteres, agora já dos dois pais, transmitidos ao novo indivíduo.
Os cromossomos são constituídos de genes que apresentam uma peculiaridade intrigante, em uma relação de domínio e recessividade. Daí a característica de um gene dominante ativo e um correspondente recessivo inativo. Dessa forma, somente as características dominantes irão se exteriorizar, ficando inativo o gene recessivo. Porém, na proporção de 3:1, pode o gene recessivo se exteriorizar.

Portanto, o indivíduo é resultado das características dominantes e recessivas transmitidas pêlos pais, e dependendo da combinação destas características, o indivíduo pode ou não apresentar um biótipo dentro de padrões desejados e almejados, aceitos como estéticos.

Nos dias de hoje, com os avanços da genética, que reproduz indivíduos com as mesmas características do doador dos genes, já há muita gente sonhando com a reprodução e formação de um plantel de campeões, com os padrões de caracteres destes, através da denominada clonagem. Esta se resume em remover da célula ovo o seu núcleo e nela introduzir o núcleo
de uma célula somática, de qualquer parte do organismo de um doador, núcleo este que já porta as características que o doador possui. Desta forma, através de estímulos, induz-se a reprodução e a multiplicação celular, formando um indivíduo com as mesmas características do doador, que pode ser um canário campeão. Porém, tal sonho ainda se encontra longe de ser concretizado. O que se vislumbra promissor, conquanto já sofra críticas, é a utilização de um instrumento genético denominado in-breeding, quer dizer, o cruzamento consangüíneo, para tentar o aprimoramento e a obtenção de características desejadas. De fato pesquisadores europeus têm desenvolvido técnicas que parecem promissoras à obtenção de espécimes dentro dos padrões de conformação e beleza. Em nossa forma de ver, é somente através do estudo e da aplicação da genética que todo o canaricultor pode realizar o seu sonho de produzir cada vez mais campeões.

Entretanto, entendemos que para a concretização do in-breeding, o canaricultor necessita mais de genética prática e sobretudo de paciência para obter bons resultados e melhores exemplares de canários para o seu plantei. Em linhas gerais, a técnica prática consiste inicialmente no cruzamento de dois exemplares, se possível com parentesco, escolhidos entre os que melhores características apresentam, dentre as desejadas, para o cruzamento inicial do in-breeding. Desse cruzamento irá resultar filhotes que passam a portar 50% de genes paternos e 50% de genes maternos, denominados de indivíduos heterozigotos, porque resultantes de uma linha genética cruzada também denominada de mista, vez que portam genes
dominantes e recessivos. O passo seguinte é a observação das características mais desejadas impressas nos filhotes, se são do pai ou da mãe. Constatando-se que os filhotes se parecem mais com o pai, por evidência o pai possui uma carga maior de genes dominantes. Se houver maior semelhança com a mãe, os genes dominantes serão dela.

Assim poderemos escolher o exemplar que será o ápice da linhagem a ser utilizado no line-breeding. Entretanto muitas vezes pode ocorrer que os filhotes não portem características nem do pai, nem da mãe. Isso se deve a lei de Mendel, que estabelece o resultado na proporção de 3:1. Em seqüência, no segundo ano, tornando-se por exemplo que o macho seja
portador de genes dominantes, acasala-se o mesmo com a melhor de suas filhas, e caso contrário, se for à fêmea a portadora de genes dominantes, cruza-se essa com o melhor dos filhos do primeiro cruzamento.Dessa forma, os filhotes originados desse segundo cruzamento passam a portar 75% das características dominantes, conforme o caso, do pai ou da mãe originais, ápice do line-breeding. Em um terceiro ano, cruza-se o pai ou a mãe originais ápice do line-breeding com os melhores dos filhos e assim teremos bisnetos do macho ou da fêmea já portando 87,5% dos genes dominantes que determinam as características desejadas. Subseqüentemente em um quarto ano, acasalando-se o ápice do line-bredding, ou seja, o
macho ou a fêmea originais escolhido com os melhores filhotes do terceiro cruzamento, os exemplares resultantes desse cruzamento portarão 93,7% da carga genética dominante, de tal forma que pode se entender que se obteve line-breeding de exemplares dominantes puros, que são denominados tecnicamente de homozigotos. Concluindo, é de se ter conseguido exemplares com características genéticas (93,7% de genes dominantes), constituindo-se em uma fixação genofenótipica portadores de características altamente desejáveis e em muitos casos excepcionais, podendo ser o início de uma linhagem de canários ideal e ambicionada em qualquer plantei, ao serem cruzados com exemplares de outra linhagem. Em nossa forma de ver, a genética exerce de forma surpreendente um fascínio ao canaricultor, no aprimoramento e busca incessante de melhores e mais lindos exemplares.
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PEDRO NETO
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 22:24

Herança Ligado ao Sexo

O conhecimento da Herança Ligada ao Sexo é fundamental para o criador de periquitos, uma vez que hoje se sabe a importância que ela exerce no tamanho e qualidade das penas. Fatores como opalino e asa canela são usados com o intuito de correção e melhoria das penas. No periquito australiano a Herança Ligada ao Sexo rege o acasalamento para os fatores: opalino, asa canela, lutino, albino, e lacewing (asa rendada). Assim, neste artigo, quando dermos um exemplo de qualquer dos fatores acima, ele é igualmente válido para os outros fatores. Na Herança Ligada ao Sexo, o Gen que determina um fator, se encontra no cromossomo que vai determinar o sexo do descendente, daí o nome. A representação usada na Herança Ligada ao Sexo é:

XX - representa o cromossomo do sexo masculino;
XY - representa o cromossomo do sexo feminino;

Assim, todo cruzamento ligado ao sexo será representado da seguinte forma:

XX (macho) x XY (fêmea)

Obs; O símbolo Y na fêmea, significa ausência de gens determinantes da característica. Assim sendo, ele determinará o sexo feminino do descendente, porém não vai determinar os fatores opalino, canela, inos erendados. Como já visto no artigo anterior, aqui também temos que ter em mente que o gameta (óvulo ou espermatozóide) quando for formado terá apenas a metade dos cromossomos, assim sendo:

periquito macho XX produzirá dois tipos de gametas XX (teremos espermatozóides com símbolo X)
periquito fêmea XY produzirá dois tipos de gametas XY (teremos óvulos com símbolo X e símbolo Y)

Como já dito anteriormente, os fatores ligados ao sexo vão ter os gens apenas nos cromossomos X e não vão existir no cromossomo Y. Assim, as possíveis representações nos cromossomos, vamos convencionar da seguinte forma:

X'op (cromossomos X portando o gen determinante do fator opalino)
X'can (cromossomos X portando o gen determinante do fator asa canela)
X'ino (cromossomos X portando o gen determinante do fator INO)
X'lw (cromossomos X portando o gen determinante do fator Lacewing/rendado)

Neste ponto podemos chegar à conclusão fundamental e que deve ser guardada por todos; na Herança Ligada ao Sexo em periquitos australianos, para que o macho mostre o fator, é necessário que ele esteja presente em ambos os cromossomos. Já para a fêmea ele necessita estar presente em apenas um dos cromossomos (no caso o X). Assim, os machos poderão ser portadores (split) para um fator ligado ao sexo, ao passo que as fêmeas jamais serão portadoras (split). Exemplificando:

XX - macho normal
X'X (op) - macho portador de opalino
X'X' (op) - macho opalino
XY - fêmea normal
X'Y (op) - fêmea opalina

Obs; os gens determinantes dos Fatores Ligados ao Sexo podem estar presentes nos cromossomos em números variados, por exemplo:

X'' (op, can) cromossomos com genes para opalino e canela;
X'' (op, ino) cromossomos com genes para opalino e INO;
X''' (op, can, lw) cromossomos com genes para opalino, canela e lacewing;

Também quando pensamos no genótipo dos indivíduos, poderemos ter uma variação enorme:

X''X' (op, can) (ino) - macho portador de opalino canela e Ino;
X'''X (op, can, Ino) - macho portador de opalino, canela e Ino;
X''Y (op,can) - fêmea opalino canela
X''Y (op, Ino) - fêmea opalino Ino (Lutino ou Albino), etc...

Para finalizar, resta-nos saber, como devemos proceder com os acasalamentos, e até devemos apenas aplicar o que vimos anteriormente. REPRESENTAÇÃO DE UM ACASALAMENTO USANDO A HERANÇA LIGADA AO SEXO:

Macho XX x Fêmea XY = (50% de indivíduos machos, e 50% fêmeas)

Exemplificando um acasalamento com vários Fatores Ligados ao Sexo:

Macho opalino lutino e split de canela X Fêmea canela

X'''X'' (op, lut) split (can) XY' (can)

Filhotes:

X''' X' Macho canela, split de opalino e lutino;
X'''Y Fêmea opalino, canela e lutino;
X''X' Macho split de opalino, canela e lutino;
X''Y Fêmea opalino e lutino.
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 23:05

Pois é amigo neto no fim do colóquio com os nossos amigos carlos lima e jose fernandes obriga nos a pesquisa.Obrigado pelo teu esforço para completar os 10% de informação conseguimos completar aquilo que ouvimos porque só com uma maquina de filmar é que conseguia mos os 100%.obrigado pela tua pesquisa
Abraço.
V.m
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 23:17

Não há duvida alguma que o Pedro fez o trabalho de casa bem feito, obrigado amigo por colocares aqui este excelente trabalho.

_________________
Cumprimentos

José Brás

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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Dom 09 Jan 2011, 23:46

Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked Shocked
FANTÁSTICO !!!!OLHOS EM BICO
PARABENS PEDRO ---LINDO !!!
Grande Artigo amigo


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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Seg 10 Jan 2011, 17:45

Boa tarde amigo Pedro.
Grande pesquisa, obrigado. cheers
Cump!
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PEDRO NETO
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MensagemAssunto: Re: MENDEL- O HOMEM   Seg 10 Jan 2011, 19:37

Boas, amigo V.MAIA, é verdade que foi uma tarde de grande ensinamento que tivemos com o Sr. LIMA e Fernandes. Do que eu consegui "registar" de tanta matéria, fui obrigado a tirar certas duvidas. Pois a genética sempre me fascinou e tento sempre aprofundar mais.
O sr. MENDEL , tem hoje depois de morto o seu trabalho reconhecido e amigos, para percebermos um pouco sobre os cruzamentos que fazemos, aconselho a ver matéria do MENDEL 1ª,2ª, 3ª lei.....
Posso vos garantir que o 1º agata opala vermelho mosaico no meu plantel, foi conseguido por mim.
Muitos anos para o conseguir, varios cruzamentos de aves.....
Mas cheguei la.....
Abraço a todos, e vamos la fazer deste forum o melhor, porque só com muitos post e topicos e que la chegamos.
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